KarlaDebrave
Baseado em Diablo II. Baal, The Lord of destruction
Ato 1
Assim começa a história da intrépida e destemida amazona, KarlaDebrave. Ao amanhecer do dia em um precário acampamento onde ferozes rogues montavam guarda com atenção redobrada, sabendo de que disso dependiam suas vidas. Ela está diante de Warriv, o caixeiro viajante, responsável pela travessia pelo deserto para a cidade de Lut Gholeim, agora fechada pelo retorno de Andariel, a rainha demônio que corrompera várias rogues. Ele a coloca a par da situação com as primeiras notícias da manhã. Rumores percorriam mentes que Diablo, o lorde do terror, caminhava sobre a terra mais uma vez. Muitas pessoas acreditavam nisso e outras não queriam acreditar pelo simples fato de terem seu sangue e vontades congelados e paralizados, pela simples menção de seu nome. A verdade era que as mais bizarras criaturas, estavam sendo vistas cada vez com mais frequência e em lugares antes nunca antes imaginados, como no próprio jardim do monastério. Warriv a aconselha a visitar Akara, a líder espiritual e grande sacerdotisa das rogues, a qual poderia ajudar em sua jornada, o que Karla obedece sem questionamento, partindo na direção apontada.
Após apresentações, formalidades e muitas explicações sobre a presença da amazona, que encarara tremenda viagem e estava tão distante da sua terra, ela houve que existe um grupo de pequenas criaturas diabólicas, cada vez mais se aglomerando e se reunindo em caverna próxima, se preparando para assolar o acampamento, recebe a missão de, se for realmente sincera, limpar a ameaça daquelas criaturas exterminando-as. KarlaDebrave percebe neste momento, que o objetivo da partida de sua terra começava a ser cumprido. Munida com um simples arco, sem armadura e botas de guerra, pois perdera seus pertences durante uma emboscada nas trilhas das montanhas, tudo o que tinha eram uma blusa de couro que cobriam seus fartos seios, botas rústicas de couro simples, um cinto onde conseguia guardar quatro poções regeneradoras vermelhas, e uma de energia espiritual- mana - azul, tão importante para a realização de suas magias, uma bolsa com flexas que prendia às costas, uma tiara simples presa a fronte e uma amarra no longos cabelos loiros, formando um rabo-de-cavalo, além do já mencionado arco. Também não tinha luvas. Sabia que tudo o que encontrasse pelo caminho, ouro principalmente, tomado das criaturas que vencesse seria seu. Iria precisar bastante deste metal pois, os comerciantes não perderam ainda a sua cobiça e mesmo nestes tempos, todos sabiam apreciar o brilho de algumas peças bem trabalhadas. Vai deixando lentamente o acampamento totalmente concentrada, fingindo não perceber os olhares indiferentes e desconfiados. Grita: "Eu limparei estas terras de todas as sombras", e some no ar gélido da madrugada.
Escrito por Murillo às 18h27
[]
[envie esta mensagem]
|
Na hora de pensar mais nas outras pessoas
Eu tenho andado tão sem vontade de escrever, tão assim esquisito, refreado, cansado, pensando sobre o quê rabiscar, se vai ser interessante, se alguém vai ler, se ela vai ler. Acho que eu cheguei num tipo de limite que me barra a inspiração. Estranha sensação. Não consigo falar sobre o amor que me persegue, sobre a lua na janela, portas entreabertas, partidas, sonhos, idas e vindas, elfos, deuses mitológicos. Minha mais profunda essência está em dúvida, exangue, escarnecida, queimada, fatigada. Encontro-me em nova encruzilhada, devo arriscar tudo mais uma vez ou me calar em meu mundo? Não consigo encontrar o ponto onde perdi meu poder de decisão, na verdade nem sei se o tive, talvez seja um erro procurar a razão e a solução dos problemas no passado, eles podem estar no futuro. Como me sinto pequeno, minúsculo, raso, pueril. Escrever isto me desanima... constatar estas verdades... eu deveria estar escrevendo alguma coisa que me elevasse, mas só tenho saudades, saudades de tudo que não consegui realizar... e ter! Simples lamentações... no fundo sou apenas um chorão... um salgueiro que lacrimeja.... talvez seja a hora de mudar o foco de pensamentos de mim para fora... e a ira acorda...
Escrito por Murillo às 18h25
[]
[envie esta mensagem]
|